
Edilene, http://criaresonhar.blogspot.com/ muito obrigada pelo carinho!





O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou hoje a Lei de Imprensa, uma das últimas legislações do tempo da ditadura que continuavam em vigor. Num julgamento histórico, sete dos 11 ministros da Corte decidiram tornar sem efeitos a totalidade da lei ao concluírem que ela, editada em 1967, era incompatível com a democracia e com a atual Constituição Federal. Eles consideraram que a Lei de Imprensa era inconstitucional.
Após a decisão, os juízes terão de se basear na Constituição e nos códigos Penal e Civil para decidir ações criminais e de indenização contra jornalistas. A Lei de Imprensa previa penas de detenção mais rigorosas para os jornalistas que cometiam os crimes de calúnia, injúria e difamação do que o Código Penal. O principal debate ocorreu por causa do direito de resposta. Para a maioria dos ministros, a prerrogativa está prevista na Constituição. Eles também observaram que há um projeto em tramitação no Congresso para regulamentar esse direito.
O presidente do STF, Gilmar Mendes, queria manter em vigor artigos da Lei de Imprensa que estabelece as regras para o requerimento e a concessão de direito de resposta. Para tentar convencer os seus colegas, ele chegou a citar o caso da Escola Base. Em 1994, vários veículos de comunicação divulgaram reportagens sobre suposto abuso sexual cometido contra crianças que estudavam na escola. No entanto, nada ficou comprovado. "Os veículos da mídia produziram manchetes sensacionalistas", lembrou Mendes.
Mas a maioria dos ministros entendeu que a lei deveria ser derrubada integralmente. "A liberdade de imprensa não se compraz com uma lei feita com a preocupação de restringi-la, de criar dificuldades ao exercício dessa instituição política", afirmou o ministro Carlos Alberto Menezes Direito.
Oficialmente Velho
9/12/2008 15:28:57
Leonardo Boff
Neste mês de dezembro completo 70 anos.
Pelas condições brasileiras, me torno oficialmente velho.
Isso não significa que estou próximo da morte, porque esta pode ocorrer já no primeiro momento da vida.
Mas é uma outra etapa da vida, a derradeira.
Esta possui uma dimensão biológica, pois irrefreavelmente o capital vital se esgota, nos debilitamos, perdemos o vigor dos sentidos e nos despedimos lentamente de todas as coisas.
De fato, ficamos mais esquecidos, quem sabe, impacientes e sensíveis a gestos de bondade que nos levam facilmente às lágrimas.
Mas há um outro lado, mais instigante.
A velhice é a última etapa do crescimento humano.
Nós nascemos inteiros.
Mas nunca estamos prontos.
Temos que completar nosso nascimento ao construir a existência, ao abrir caminhos, ao superar dificuldades e ao moldar o nosso destino.
Estamos sempre em gênese.
Começamos a nascer, vamos nascendo em prestações ao longo da vida até acabar de nascer.
Então entramos no silêncio.
E morremos.
A velhice é a última chance que a vida nos oferece para acabar de crescer, madurar e finalmente terminar de nascer.
Neste contexto, é iluminadora a palavra de São Paulo:
"na medida em que definha o homem exterior, nesta mesma medida rejuvenesce o homem interior"(2Cor 4,16).
A velhice é uma exigência do homem interior.
Que é o homem interior?
É o nosso eu profundo, o nosso modo singular de ser e de agir, a nossa marca registrada, a nossa identidade mais radical.
Esta identidade devemos encará-la face a face.
Ela é pessoalíssima e se esconde atrás de muitas máscaras que a vida nos impõe. Pois a vida é um teatro no qual desempenhamos muitos papéis.
Eu, por exemplo, fui franciscano, padre, agora leigo, teólogo, filósofo, professor, conferencista, escritor, editor, redator de algumas revistas, inquirido pelas autoridades doutrinais do Vaticano, submetido ao "silêncio obsequioso" e outros papéis mais.
Mas há um momento em que tudo isso é relativizado e vira pura palha.
Então deixamos o palco, tiramos as máscaras e nos perguntamos:
Afinal, quem sou eu?
Que sonhos me movem?
Que anjos me habitam?
Que demônios me atormentam?
Qual é o meu lugar no desígnio do Mistério?
Na medida em que tentamos, com temor e tremor, responder a estas indagações vem à lume o homem interior.
A resposta nunca é conclusiva;
perde-se para dentro do Inefável.
Este é o desafio para a etapa da velhice.
Então nos damos conta de que precisaríamos muitos anos de velhice para encontrar a palavra essencial que nos defina.
Surpresos, descobrimos que não vivemos porque simplesmente não morremos, mas vivemos para pensar, meditar, rasgar novos horizontes e criar sentidos de vida. Especialmente para tentar fazer uma síntese final, integrando as sombras, realimentando os sonhos que nos sustentaram por toda uma vida, reconciliando-nos com os fracassos e buscando sabedoria.
É ilusão pensar que esta vem com a velhice.
Ela vem do espírito com o qual vivenciamos a velhice como a etapa final do crescimento e de nosso verdadeiro Natal.
Por fim, importa preparar o grande Encontro.
A vida não é estruturada para terminar na morte, mas para se transfigurar através da morte.
Morremos para viver mais e melhor, para mergulhar na eternidade e encontrar a Última Realidade, feita de amor e de misericórdia.
Aí saberemos finalmente quem somos e qual é o nosso verdadeiro nome.
Nutro o mesmo sentimento que o sábio do Antigo Testamento:
"contemplo os dias passados e tenho os olhos voltados para a eternidade".
Por fim, alimento dois sonhos, sonhos de um jovem ancião:
o primeiro é escrever um livro só para Deus, se possível com o próprio sangue;
e o segundo, impossível, mas bem expresso por Herzer, menina de rua e poetisa:
"eu só queria nascer de novo, para me ensinar a viver".
Mas como isso é irrealizável, só me resta aprender na escola de Deus.
Parafraseando Camões, completo:
Mais vivera se não fora, para tão longo ideal, tão curta a vida.
[Eu viveria mais, se não fosse a vida tão curta,
para tão longo ideal]
Leonardo Boff
Primeira reescrita criada pela minha turminha do 1° ano.
Os três porquinhos
Era uma vez três porquinhos que viviam felizes com a mãe.
Um dia resolveram fazer suas casinhas. A primeira casinha foi de palha, a outra de madeira e a última de tijolos.
Havia dois porquinhos preguiçosos e só o irmão mais velho trabalhava.
O lobo mau apareceu e falou:
- Abram a porta senão vou soprar e as casas vão voar!
A casa de palha voou!
A casa de madeira também!
A casa de tijolos não caiu porque era forte e resistente!
O lobo faminto tentou subir pela chaminé para comer os três porquinhos. Quando ele entrou queimou o rabo e gritou:
- AUUUUUU....
Os três porquinhos deram muitas risadas.
A mãe deles que já estava com saudades foi morar com os filhos e viveram todos felizes para sempre!
Estou trabalhando assim:
Trabalho a partir de historinhas infantis:
Os Três Porquinhos
Ler pelo menos duas ou três versões da história dos três porquinhos, enfatizar com os pequenos as diferenças e semelhanças existentes nas versões dos autores. Observar por
exemplo como cada autor inicou, como foi o final de cada uma, que frases e/ou expressões mais chamaram a atenção enquanto era lida etc... É só começar a conversar que as
crianças logo comentam sobre o que ouviram... Ah, se possível leia as versões, sendo uma em cada dia. Você professor pode relembrar o que foi lido no dia anterior, se for o caso.
Assistir a um vídeo da historinha também é interessante, quando tiver é claro! A linguagem do vídeo estimula muito a percepção dos alunos com relação aos detalhes de cada cena,
sem contar que ficam inspirados para desenharem as cenas de que mais gostam.
Pode se aproveitar isto e confeccionar um painel coletivo sobre a história dos três porquinhos. Eles podem fazer os personagens, as árvores, as casinhas etc e recortarem para serem
colados no painel, que com ajuda da professora irá distribuí-los num papel craft explorando com cada criança a noção de espaço, de tamanho ... Neste painel pode se ter e usar todo
tipo de material disponível como recortes de revistas, tecidos, os próprios desenhos da crianças, tinta e pincel para incrementarem a paisagem e muito mais, basta usar a
imaginação!!!
Agora vem a melhor parte, pelo o menos para mim, produzir um texto coletivamente criando a versão da turminha sobre "Os três Porquinhos". Neste momento o professor conduz a
atividade de forma prazerosa para que os alunos tenham vontade de sempre estarem produzindo e reescrevendo textos. Num craft ou na própria lousa o professor, como é uma turma
de seis aninhos, será o escriba, ou seja os alunos ditam a história questionados sempre pela professora para estimulá-los a narrar os fatos ocorridos e modificá-los dependendo da turma.
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No link abaixo tem desenhos para colorir dos três porquinhos:
http://www.desenhosparacolorir.org/desenhos/81-desenhos-para-colorir-Os-tres-porquinhos.html
***
Para ler em sala, uma versão da história: "Os três porquinhos"
http://www.qdivertido.com.br/verconto.php?codigo=24
Nove Maneiras de Ajudar Uma Criança a Aprender a Ler.
Com hábitos simples que podem ser aplicados desde cedo em casa ou na escola, você pode resolver um dos maiores problemas entre os jovens: O Hábito da Leitura.
A habilidade para ler e entender o que está escrito capacita as crianças a serem auto suficientes, a serem melhores estudantes, mais confiantes, levando-as desse modo às melhores oportunidades na vida profissional e a uma vida mais divertida, tranquila e agradável.
Veja a seguir, As Nove Pequenas Coisas que os Pais, Avós, Professores e outros parentes dispostos a ajudar, podem fazer para auxiliar as Crianças a aprenderem e a criar gosto pela leitura.
Fonte:
U.S. Department of Education/Helping Your Child Get Ready For School series
Obrigada Cintia http://claudinhaecintiaartes.blogspot.com , pelos selinhos, desculpe a demora em postá-los, mas ando sem tempo, mas como disse sempre te visito tá, bjinhos!



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