Para o professor Dalmiro e seus alunos segue o link com apresentações em Flash sobre o tema Dengue!
Espero que aproveitem:
Encontrei no blog da minha amiga Daniela do Aprendendo a aprender!
Façam esta atividade em forma de um livro, assim os alunos podem ilustrá-lo de acordo com o enunciado. Sem dúvida é uma boa atividade interdisciplinar. Amei !!!
Desenvolvimento Intelectual
1 Objetivo: desenvolve a atenção e diverte
2 Preparação: de acordo com o número de jogadores dividem-se as equipes: até 24 jogadores em 2 equipes, cerca de 30 ou mais em 3 equipes e se chegar aos 40 elementos divide-se em equipes.
Numeram-se os elementos de cada equipe de 0 a 9, é importante que todos os números sejam presentes, assim, se tivermos mais que 10 meninos em uma mesma equipe colocam-se dois números 1, dois números 2, etc. Se o número de meninos não chegar a 10, dá-se dois números para tantos quantos jogadores forem necessários ( o primeiro jogador fica com os números 1 e 2, o segundo com os 3 e 4 e assim por diante até completar o conjunto dos 10 números).
Entrega-se a cada criança um cartão de bom tamanho ( formato meio ofício é o ideal) com o número que ela corresponde escrito em letra bem grande.
Os jogadores sentam-se em círculo com o narrador (animador do jogo) fazendo parte dele.
3 Desenrolar: o animador começa a contar a história dando ênfase e boa dramatização. A história é cheia de números que forçarão as crianças a fazerem contas. Em cada momento desses o narrador pára e dá um tempinho para que as crianças façam as contas, depois disso bate palmas bem forte e os jogadores que possuem os números correspondentes ao resultado da conta deverão se levantar. Receberá um ponto a equipe que estiver com a conta certa. Vence a equipe que fizer mais pontos. Caso o animador perceber que a competição está se direcionando para o empate, ele deverá dar menos tempo para a resolução de cada problema, de forma a aumentar o desafio e encontrar a melhor equipe.
História com contas
Em uma longínqua terra vivia uma corajosa princesa que queria salvar seu país de um terrível dragão, que destruiu 7 seleiros e colocou fogo em 9 casas. Quantas propriedades ele destruiu? (16)
O poder do dragão vinha de seus 13 dentes mágicos. Para salvar seu país, a princesa teria que retirar 4 dentes mágicos do dragão, que não tinha mais mágicas para fazer mal algum. Com quantos dentes o dragão ficaria? (9)
A princesa fez um plano: ela ordenou que seus doceiros reais preparassem os mais gostosos doces da cidade. Pegou uma sacola e colocou 9 doces e deixou na mão direita, outra sacola com mais 9 doces e colocou na mão esquerda. Quantos doces ela tinha nas duas mãos? (18)
E saiu a procura do dragão. Quando ela o achou, ele estava dentro de uma caverna e ela começou a alimentá-lo. O dragão comeu 5 imediatamente, e depois mais 6. E então ele comeu mais 4. Quantos ele comeu no total? (15)
Logo o dragão ficou com uma enorme dor de dente. A princesa disse: "se acalme, eu sou dentista!" Ela escalou a boca do dragão e começou a puxar os dentes. A princesa puxou 8 dos 13 dentes do dragão. Com quantos dentes ele está agora? (5)
Mas o dragão continuou a urrar muito bravo e ela saiu correndo e foi perguntar para o Mago Turú o que ele achava que poderia ter ocorrido. O tal Mago morava em cima de uma enorme montanha encantada. E as pessoas só podiam chegar lá dando pulinhos. Com muita determinação em salvar seu país do terrível dragão, a princesinha saiu pulando na estradinha que dava 7 voltas na montanha, como para cada volta ela tinha que dar 50 pulinhos. (350)
O Mago disse pra ela o seguinte: " Os verdadeiros poderes mágicos do dragão estão nos caninos." Quantas palavras o Mago falou para a princesa? (9)
Ela entendeu a mensagem, voltou correndo para o palácio e ordenou ao cozinheiro real que fizesse o doce mais duro que ele conhecesse. O cozinheiro fez então: 4 tachos de rapadura com 2 kg cada. Quantos kilos de rapadura foram feitos? (8)
Ela deixou os 4 tachos na porta da caverna onde o dragão urrava desesperadamente. Quando ele sentiu o cheiro dos doces veio correndo e comeu um kilo para experimentar. Quantos kilos sobraram? (7)
Como ele gostou muito ele voltou e comeu tudo o que podia agüentar: 5kg! Quantos kilos sobraram desta vez? (2)
Aí começou a dor de dente de novo e ele começou a urrar e a chamar pela princesa-dentista. Ela arrancou os 2 caninos e o dragão perdeu seus poderes mágicos. Com quantos dentes ele acabou ficando? (3)
Ele ficou muito bonzinho, tão bonzinho que a princesa resolveu convidá-lo para ir morar no castelo e ele concordou em ir morar lá em paz. Mas o dragão era tão grande e espaçosoque ocupou metade dos 48 quartos do castelo. Quantos quartos ele ocupou? (24)
E agora todo dia ele come seis doces de manhã e quatro de tarde, sete dias por semana. Quantos doces ele come por semana? (70)
Isso para não falar não seu café da manhã que é 1 litro de leite. Quantos litros de leite ele toma? 2 pacotes de bolacha, quantos pacotes de bolacha ele come? Come 3 maçãs, Quantas maçãs ele come? Prepara 4 torradas, quantas torradas ele come? E finalmente ele está pronto para o melhor: 5 cajuzinhos, 6 bolachas de coco, 7 bombons, 8 tortas de chocolate, 9 bolos de andares. Com tudo isso ele vive bem calminho no castelo e todo o povoado diz: Viva a princesinha que conseguiu reduzir o mal humor do dragão a ZERO!!!!
Nota: este último parágrafo é para ser lido bem depressa para que as crianças entendam que devem ir se levantando e como teremos todos os números, todos levantam.Terminando de forma muito divertida.
IMPORTANTE
Como se pode observar na história os resultados contemplam todos os números com poucas repetições para dar oportunidade para que todos participem, porém, se existirem números duplicados (dois números 1, dois números 2) sugere-se que sejam introduzidas as seguintes passagens:
De todos esses doces 3 eram de amendoim e 4 de coco e os restantes eram de chocolate. Quantos doces e chocolate o dragão tinha? (11)
O dragão usou um quarto para cada pé ( ele tinha dois pés) quantos quartos o resto do corpo ocupou? (22)
Fonte: http://www.editorainformal.com.br/

A Lenda da Mandioca
Contam os índios tuxaua que, há muito tempo atrás, a filha de um poderoso chefe foi expulsa de sua tribo porque havia ficado grávida misteriosamente. Ninguém (nem ela!) sabia quem era o pai da criança. Por isso, a índia foi morar em uma velha cabana, bem longe da aldeia. Alguns parentes levavam comida para ela todos os dias. E assim se passaram muitos meses. Um dia, a índia deu à luz uma menina muito branca e muito bonita, a quem ela chamou de Mani. Todos ficaram sabendo da notícia, e de como era branca e linda a neta do chefe! Cheio de curiosidade, o velho índio viajou até a cabana para ver Mani. A criança era mesmo muito especial. E o avô logo esqueceu as mágoas que tinha contra a filha! A criança cresceu amada por todos. Mas, assim que completou três anos de idade, morreu de repente. Não ficou doente, nem fraquinha, nem nada. Apenas, morreu. A mãe ficou desesperada, mas nada pode fazer. Assim, enterrou a filha perto da cabana e, ali, chorou, chorou e chorou, durante muitas horas. Suas lágrimas corriam pelo seu rosto e iam pingar no chão da floresta, no lugar onde Mani fora enterrada. De repente, a pobre mãe viu uma brotar, num instante, da terra molhada, uma planta! Parecia um verdadeiro milagre, toda a tribo veio ver! As raízes da plantinha eram brancas, como Mani, e em forma de chifre. Todos quiseram provar daquela raiz miraculosa. E foi assim que a mandioca ("Mani", a criança morta, e "aca", chifre) se tornou o principal alimento dos índios da Amazônia!
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A Lenda da Grande Cachoeira
Às margens do rio Iguaçu vivia, há muitos e muitos anos atrás, a tribo dos Caingangues. Para esses índios, o deus supremo era Mboi, que tinha a forma de uma serpente gigante e que vivia no fundo das águas do rio. Para que o deus ficasse sempre contente, a tribo costumava oferecer-lhe indiazinhas bonitas que, então, passavam o resto de suas vidas servindo ao deus. Na época desta história, a índia mais linda da tribo chamava-se Naipi. Diziam que era ela tão bonita, que quando ia se olhar no rio as águas paravam para admirá-la (mas talvez isso seja invenção, já que água não tem cérebro nem vontade própria...). Um dia, enquanto a jovem se olhava no rio, Mboi a viu e ficou emocionadíssimo com a beleza da moça. Imediatamente, ele disse: "Esta é a mulher mais bela da aldeia. Tragam-na para mim!" Não havia nada a fazer. Logo, Naipi foi preparada para ser dada de presente ao deus. O problema (há sempre um problema nas lendas...) é que a jovem era apaixonada por um simpático guerreiro, chamado Tarobá. E ele também não podia viver sem Naipi. "O que vamos fazer? - perguntou Naipi. "Não aguentaria viver longe de você, mas não ouso desobedecer ao grande deus. Ele poderia se vingar e matar toda a nossa aldeia!" "Oh, Naipi, nosso amor tem que ser maior do que o poder de Mboi. Vamos mudar a nossa sorte e viver felizes!" E, assim, Tarobá fugiu com Naipi em uma canoa pelas águas do rio Iguaçu. Isso, é claro, foi uma bobagem, já que a cobra gigante morava exatamente no leito desse rio. Mboi percebeu a fuga e, furioso, perseguiu os índios. Apesar de ser grande e poderoso, a certa altura o deus viu que Tarobá e Naipi iriam conseguir escapar em direção ao rio Paraná. Assim, ele ergueu seu imenso corpo e deixou-se cair, contorcendo-se várias vezes, até criar uma fenda enorme no rio. Foi assim que foram criadas as Cataratas do Iguaçu! A pequena canoa foi tragada pela fúria das águas e desapareceu completamente. Como castigo, Naipi foi transformada em uma das grandes rochas centrais das Cataratas; e Tarobá foi transformado em uma árvore, à beira da cachoeira. Um via o outro, mas jamais poderiam se tocar novamente. Dizem que Mboi está lá até hoje, escondido pela espuma das águas, vigiando os dois índios apaixonados... Fonte: http://www.mingaudigital.com.br/plan.php3
8 porções
Ingredientes
· 4 xícaras de mandioca ralada
· 3 xícaras de açúcar
· 200 g de margarina
· 1 pacote (pequeno) de queijo parmesão ralado
· 4 ovos
· 1 pitada de sal
Modo de fazer:
· 1. Bata a margarina, o açúcar e a gema, acrescente a mandioca, o parmesão e o sal e, por último, as claras em neve.
2. Asse por 45 minutos em forma untada.
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Em classes de alfabetização, o trabalho com o nome dos alunos é muito importante e significativo.
"O objetivo é que cada criança aprenda a escrever e a ler convencionalmente o seu próprio nome? Não. Não é só, é muito mais que isso."
Myriam Nemirovsky
Há várias atividades que podem ser desenvolvidas a partir do nome da criança. Uma delas é ter o alfabeto móvel sempre a disposição, para que os alunos possam manuseá-los. O bingo do alfabeto e/ou do próprio nome é muito motivador para as crianças e elas adoram. Fazer dinâmicas com os crachás dos nomes no começo da aula estimula a curiosidade dos pequenos em saber qual a escrita correta do nome do colega etc. Pode-se fazer atividades que explorem a letra inicial e final dos nomes, etc. Atividades com lista também é interessante pois a criança aprende a função social da mesma.
Vamos pintar os nomes ditados pela professora?
MARIA VITÓRIA
VITOR
VINICIUS
RUAN
RODRIGO
PEDRO
MARIA EDUARDA
MANUELLA
DANILO
JÚLIA
THIAGO
STHEFANE
LAILA
LUAN
GUSTAVO
KEWIN
FELIPE
ÉRIC
EMILI
EDUARDA
ALESSANDRA
EMILLY
KAYKY
JULIANA
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Recorte e separe o nome dos meninos e o das meninas:
MANUELLA
DANILO
LUAN
LAILA
RODRIGO
EMILI
ALESSANDRA
THIAGO
EDUARDA
PEDRO
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Juliana Seabra Laudares, pedagoga, especialista em Alfabetização, trabalho com uma turminha super animada que eu adoro (terceiro ano do ensino de 09 anos), também sou tutora das turmas de Normal Superior e Pedagogia da Unopar Virtual de Rolim de Moura-RO. Mantenho este espaço porque adoro fazer novas amizades e trocar experiências com outras pessoas que assim como eu, são apaixonadas pelo o que fazem...
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