
1 - É nome de mulher e nome de homem. Ia mas acabou não indo?
R- Isaias: Isa-ias
2 - O que há no meio do coração?
R- a letra “a”
3 - Quem inventou a fila?
R- as formigas
4 - Na televisão cobre um país; no futebol, atrai a bola; em casa incentiva o lazer. O que é?
R- a rede
5 - Mantém sempre o mesmo tamanho, não importa o peso?
R- a balança
6 - Por que os loucos nunca estão em casa?
R- porque vivem fora de si.
7 - O que detestamos na praia e adoramos na panela?
R- caldo
8 - O que é que cai de pé e corre deitado?
R- as gotas da chuva
9 - Por que é que o boi sobe o morro?
R- porque não pode passar por baixo
10 - Tem cabeça, tem dente, tem barba, não é bicho nem é gente, o que é?
R- alho

– Alô, o tatu taí?
– Não, o tatu num tá.
Mas a mulher do tatu tando é o mesmo que o tatu tá.
*
– Cá há eco?
– Cá eco há.
– Que eco é que há cá?
– Cá há o eco que aqui há.
*
– Pedreiro da catedral
está aqui o padre Pedro?
– Qual padre Pedro?
– O padre Pedro Pires Pisco Pascoal.
– Aqui na catedral tem três padres Pedros Pires Piscos Pascoais. Como em outras catedrais.



Agosto, mês do folclore, sendo assim é possível promover atividades de leitura e escrita a partir das regras de brincadeiras, como a da Amarelinha: Como se joga?, Número de participantes, O que é preciso para iniciar a brincadeira?, etc...
Primeiramente se brinca com as crianças, que vivenciam as regras da brincadeira, É importante chamar a atenção dos pequenos para a importância de respeitar as regras e que com isso estarão respeitando uns aos outros.
Em seguida pede-se que, em dupla, escrevam as regras da brincadeira. (O professor tem o papel de mediador, faz as perguntas para a turma toda , ora para as duplas, indagando-as acerca do assunto)
Para crianças que ainda estão em fase de alfabetização o desenho da brincadeira é um ótimo recurso para despertar neles a consciência do registro, ora através do desenho, ora através da escrita tendo a professora como “escriba” que incentiva os pequenos a relatarem as regras da brincadeira e o que puderam observar.
Pessoal, o Folclore Brasileiro é riquíssimo e tornar-se grande fonte de inspiração para todos nós educadores!! Um bom trabalho !!
É fácil e barato organizar um variado acervo de gibis. Comece escolhendo um espaço adequado para o tamanho da sua coleção. Prefira um local seco e instale estantes resistentes. Papel costuma pesar bastante e pode até quebrar prateleiras de má qualidade. Veja, ao lado, mais dicas para organizar sua gibiteca.
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1- Prepare pastas especiais para guardar os gibis mais finos e de capa mole, que não se sustentam |

As caipirices do personagem Chico Bento, criado por Mauricio de Sousa, fascinam alunos e professores. Os alunos acham o personagem simpático e se identificam com os apertos que ele passa em sala de aula. Já os professores gostam do Chico Bento, por mais curioso que seja, porque ele fala "errado". Os ocê, bão, num, lasquera, sem-vregonhera e aminhã que ele usa em suas histórias são motivo para divertidos exercícios de ortografia nas turmas de 2ª série. De quebra, a leitura crítica das aventuras rurais do Chico Bento servem para debates sobre regionalismos e o uso da linguagem falada nos registros culto e familiar.
A professora entrega aos alunos cópias xerocadas de uma história do personagem e pede que eles, em duplas, discutam e marquem as palavras escritas erradas.
Palavras corrigidas
Ao final da atividade, as palavras marcadas pelas crianças são reproduzidas no quadro-negro e, ao seu lado, anotada a ortografia correta. A professora debate com a turma em que situações pode-se usar expressões mais familiares e em que momentos o recomendável é expressar-se obedecendo à norma culta.


O que fazer quando as crianças falam palavrões
Crianças repetem palavras que ouvem sem nem saber o que significam. Quando repetem palavrões, a reação de choque ou divertimento dos pais normalmente estimula o uso dessas palavras por elas.
Em vez de rir ou ficar bravo, você deveria:
· explicar que a palavra não deve ser usada por crianças. A definição de uma "palavra feia" pode parecer estranho para crianças que ainda estão aprendendo a falar;
· dizer a ela uma outra palavra para ser usada quando estiver brava ou chateada;
· usar palavras engraçadas em vez de palavrões na frente das crianças;
· permanecer calmo e fingir indiferença. Se você ficar bravo, ela vai usar a palavra de novo para chamar sua atenção.
Na foto quem estão são minhas alunas Bruna Redher e Beatriz Campos com a Bacharel em Direito, Carol Makino que esteve partilhando um pouco do seu conhecimento com os pequenos cidadãos, sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente. Nesta ocasião as crianças puderam trocar idéias e dizer o que estão aprendendo com o projeto " O olhar infantil sobre os direitos e deveres das crianças e dos adolescentes". Projeto este que todos podem apreciar e comentar acessando: http://projetoeca.zip.net

Obrigada pela visita, adorei !!!!!!!
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